5 citações que mostram que os líderes pró-aborto sabem exatamente o que é o aborto

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Em seu livro “Abortion & Life” (Aborto & Vida), a autora Jennifer Baumgardner cita Loretta Ross, ex-coordenadora nacional da organização pró-escolha SisterSong: Women of Color Reproductive Health Collective (Ross esteve nessa posição entre 2005 e 2012). Ela diz:

Toda mulher grávida pergunta a si mesma se tem uma cama para a criança; ela poderá destinar parte do seu tempo para criá-la? Quando as mulheres não têm emprego ou plano de saúde, onde está a escolha? Não há nada pior do que uma mulher que aborta um bebê desejado por não poder cuidar dele. (1)

É louvável que Ross fale francamente contra mulheres serem pressionadas a abortar seus filhos por causa da pobreza. Os pró-vida têm falado sobre isso por anos. Na verdade, os pró-vida têm uma longa tradição de ajuda às mulheres pobres grávidas. Centros de gravidez em crise ofereciam cuidado e itens para bebês a mulheres pobres antes de o aborto ter se tornado legal, e há muitos exemplos de indivíduos pró-vida que ajudam mulheres. Porém, gostaria de focar em outra parte da citação de Ross.

Ross refere-se a “abortar um bebê” e usa a palavra “criança” duas vezes. Ela reconhece que o aborto mata uma criança. E há outros exemplos que mostram que líderes pró-aborto conhecem essa verdade sobre o aborto.

Por exemplo, Gloria Steinem, ativista pró-aborto durante toda a vida, afirma:

Como a lei pode ser aplicada de modo diferente a duas pessoas que podem ser legalmente distintas, mas que na verdade habitam o mesmo corpo? (2)

E em uma edição da revista Time, Frances Kissling, líder do grupo pró-aborto Catholics for Free Choice (no Brasil, Católicas pelo Direito de Decidir), afirma:

Aborto não é o mesmo que remover um dente ou extrair o apêndice. O aborto implica no término de uma vida humana prematura. Isso merece alguma dignidade. (3)

A ex-presidente da NARAL Pro-Choice America, Kate Michelman, afirma:

Foi uma decisão muito difícil quando de fato enfrentei honestamente o aborto como uma possibilidade… Tive de levar em conta a responsabilidade que sentia pela vida que se desenvolvia em mim, em contraste com as responsabilidades morais, materiais e práticas do bem-estar das minhas outras filhas… Jamais questionei, nem sequer uma vez, minha escolha de realizar um aborto. (4)

E Faye Wattleton, ex-presidente da Planned Parenthood, afirmou:

As mulheres não são estúpidas… sempre souberam que havia uma vida ali. (5)

SisterSong, Catholics for Free Choice, NARAL Pro-Choice America e Planned Parenthood – alguns dos mais notáveis e expressivos grupos pró-aborto da atualidade. Todas as suas líderes sabem exatamente o que é o aborto, quer se refiram ao bebê abortado como “uma criança”, “um bebê”, “uma vida”, ou como uma de duas “pessoas”.

  1. Jennifer Baumgardner, Abortion & Life (New York, NY: Akshic Books, 2008), 67.
  2. Gloria Steinem, “A Basic Human Right”, Agosto, 1989, 40.
  3. Doug Bandow, “Roe V Wade: Four Decades of Tragedy”, American Spectator, 15 de janeiro de 2013.
  4. Kate Michelman, Protecting the Right to Choose (New York: Plume, 2005), 4, 7.
  5. Donahue, May 15, 1989, Transcript #3288 NBC.

Publicado com a permissão de LiveActionNews.